A cirurgia exige início, transoperatório e finalização, inclusive quando surge uma intercorrência. Foi essa lógica que me aproximou da especialidade.
Minha relação com a Odontologia começou antes da faculdade. Durante a graduação, percebi que a cirurgia tinha tudo a ver com a minha forma de pensar: eu gostava do desafio, do planejamento e da responsabilidade de receber um problema e conduzir aquele caso até a resolução.
Depois vieram a residência na PUCRS, em período crítico da pandemia, os plantões, o ambiente hospitalar e milhares de procedimentos ao longo da trajetória.
Quanto mais experiência eu adquiri, mais uma coisa ficou clara: nenhum paciente deveria ser resumido a um procedimento. Existe uma pessoa do outro lado, com dúvidas, expectativas e muitas vezes com medo.
Por isso minha forma de trabalhar parte sempre de quatro etapas: entender, explicar, planejar e acompanhar.

Rotina integral, deslocamentos e formação prática que construíram disciplina e repertório.
Cirurgias, atendimentos e plantões em período crítico da pandemia.
Volume construído ao longo da trajetória, em consultório e em ambiente hospitalar.
Boa parte dos casos chega por indicação de colegas que confiam seus pacientes ao meu cuidado.
Nem todo caso precisa de cirurgia. Dizer isso também é parte do trabalho.